Ações de acolhimento e orientação para mulheres
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) visitou a Casa da Mulher de Ibirité, localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Esse espaço oferece uma série de serviços voltados ao atendimento às mulheres, incluindo escuta qualificada, orientação sobre direitos, encaminhamentos para serviços públicos e rodas de conversa. Além disso, são realizadas iniciativas de capacitação profissional e geração de renda, fundamentais para o empoderamento e a autonomia feminina.
Durante a visita, foram discutidas ações que visam o acolhimento e a orientação das mulheres, além de fortalecer sua autonomia. O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Marcelo Couto Dias, ressaltou a importância de articular serviços da rede de atendimento e proteção, enfatizando que compreender as necessidades das mulheres é essencial para melhorar as políticas públicas.
Iniciativas de qualificação e geração de renda
Entre as iniciativas da Sedese que beneficiam o atendimento às mulheres, destaca-se o Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna), projetado para acolher mulheres em situação de violência. Além disso, programas como Trajeto Moda e Minas Forma têm como objetivo promover qualificação profissional e inclusão feminina no mercado de trabalho, contribuindo assim para a geração de renda.

Os investimentos em capacitação são parte de uma estratégia mais ampla do Governo de Minas, que busca fortalecer a rede de proteção às mulheres, prevenir a violência e garantir seus direitos. Em junho do ano passado, o governo assinou um Termo de Compromisso para a criação de 24 Centros de Referência Especializados de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CREAMs), com um investimento total de R$ 36 milhões. Esses centros proporcionarão um atendimento mais próximo e acessível às mulheres em situação de violência, reforçando o compromisso do estado com o atendimento às mulheres.
Campanhas de conscientização e proteção
O Governo de Minas também implementou campanhas de conscientização, como “A Violência que os Olhos Não Veem”, em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), cujo objetivo é alertar a população sobre as diversas formas de violência enfrentadas por mulheres. Além disso, o Protocolo Fale Agora atua na prevenção e no enfrentamento da violência sexual em ambientes de lazer e cultura.
Outro importante passo foi a adesão ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, que amplia a colaboração entre diferentes órgãos e políticas públicas. O Governo de Minas tem investido na Proteção Social Especial, com um aporte recorde de R$ 15 milhões para fortalecer os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS). Essas unidades desempenham um papel crucial no atendimento a mulheres em situação de violência, garantindo acolhimento e acesso a serviços essenciais de proteção e direitos.


