Mau cheiro em abatedouro mobiliza moradores de Ibirité

Moradores e comerciantes da Avenida São Paulo, em Ibirité, denunciam mau cheiro associado a uma indústria de abate e beneficiamento de aves. Segundo a prefeitura, as reclamações sobre o problema são recebidas desde 2025.

A administração municipal atribui o odor a falhas no sistema de tratamento de resíduos da empresa Real Alimentos. A companhia afirma ter adotado medidas corretivas.

As queixas envolvem moradores e estabelecimentos comerciais da avenida, onde o cheiro é relatado como recorrente. Segundo a prefeitura, a oferta de realocação feita à empresa foi recusada.

mau cheiro em abatedouro em Ibirité

Ainda não há solução definitiva para o problema em Ibirité. A prefeitura manterá a fiscalização e encaminhará o caso ao órgão ambiental estadual, enquanto moradores pedem investigação e consideram acionar o Ministério Público.

Reclamações sobre o cheiro afetam moradores e comerciantes da Avenida São Paulo

Na Avenida São Paulo, moradores e comerciantes relatam que o odor associado ao abatedouro é sentido diariamente. As queixas também apontam efeitos sobre o comércio local e a qualidade de vida de quem vive na região.



A frequência dos relatos caracteriza o problema como recorrente, e não como um episódio isolado. Segundo a prefeitura, as reclamações relacionadas ao mau cheiro em abatedouro em Ibirité são recebidas desde 2025.

As manifestações envolvem tanto residências quanto estabelecimentos comerciais da avenida. A comunidade pede uma investigação urgente sobre a situação e considera recorrer ao Ministério Público.

Prefeitura mantém fiscalização e encaminhará o caso ao órgão ambiental estadual

A prefeitura atribui o odor a falhas no tratamento de resíduos da Real Alimentos, indústria de abate e beneficiamento de aves. A empresa, por sua vez, afirma ter adotado medidas corretivas.

Uma proposta de realocação apresentada pela administração municipal foi recusada pela empresa. Como ainda não há solução definitiva, a prefeitura informou que continuará fiscalizando o caso.

Além da fiscalização municipal, o caso será encaminhado ao órgão ambiental estadual. A apuração por essa instância se soma às medidas mantidas pela prefeitura diante das queixas sobre o odor.



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